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COMPARTILHO algumas atividades, sem vangloriar, mas, valorizar quem esteve sempre por perto e CRESCER destacando a Família, Poconé, Pantanal, Comitiva Pantaneira, ADRA, Ministérios, BPW, Amizades, IHG, Turismo e Educação. Att Nilva

30.9.07

Comunicação e sua eficácia

Li esta matéria e aprendi muito e além de tudo como ‘ela " despertou em mim algo que ainda não tinha pensado e nem via por dessa forma. Uma matéria com o mais entendido de Comunicação da Igreja Adventista de toda a América  Latina, o Pastor Siloé de Almeida. Confira a matéria toda no endereço: http://www.igrejaunasp.com/conteudo.asp?cod=197

Pastor Siloé: …Todo filho de Deus nasce com perfeita comunicação. A primeira mensagem que uma criança comunica ao nascer é: estou viva! Ela chora, mas todos entendem que ela está viva. O importante não é o que nós falamos e, sim, o que os outros entendem. Depois do nascer, a comunicação poderá melhorar ou regredir, depende dos pais e da própria criança. E quando a gente se sente "gente", é a hora de administrar a própria comunicação. Aí está um dos segredos para o sucesso.
Quanto à Internet, vou dar somente uma dica, que daria em relação a qualquer veículo: o segredo é você usar o meio de comunicação e não deixar que ele use você, ou que outras pessoas manipulem sua vida por meio dos veículos de comunicação.

http://www.apac.org.br/departamentos.html#

criado por zeitoun    20:59 — Arquivado em: Sem categoria

Como você reage quando Ofendido?

Li esta matéria e achei muito interessante, escrito por Mário Pereyra e está no seguinte endereço: http://www.apac.org.br/noticias/APaC/2006/artigos/reacao_ofensa.asp vale a pena conferir a matéria toda.

….Oito atitudes

1. Submissão: Aceitação passiva do insulto, submetendo-se à crítica ou atitude reprovadora do ofensor, criando justificativas autodesqualificadoras e humilhantes como, por exemplo: “Eu mereço isso” ou “É culpa minha”.

2 Negação: Exclusão consciente da lembrança de idéias ou sentimentos associados à ofensa sofrida; empreendimento de esforços para “esquecer o assunto”.

3. Reação hostil: Predisposição para reagir imediatamente com violência, atacando o agressor da mesma forma; uma atitude primitiva que pode não deixar ressentimentos em relação ao sujeito, mas provavelmente agrava o conflito com a pessoa que sofre o ataque emocional.

4. Vingança: “Olho por olho e dente por dente”. Busca intencional de vingança e planejamento para executá-la, tentando dar ao ofensor a mesma ou até maior punição do que o agravo sofrido. Isso também é diferente da primeira atitude, na qual a reação não é imediata. Muito tempo pode passar antes que a retaliação tenha lugar.

5. Ressentimento: Tendência de reter sentimentos de ira e ódio, lembrando-se freqüentemente da afronta sofrida, mantendo comportamentos de animosidade e rancor para com a parte culpada, sem realmente praticar atos diretos de vingança, como na reação vingativa já mencionada.

6. Explicação: Enfrentamento do faltoso na busca de uma explicação, justificativa ou motivo para a ação, a fim de superar a discórdia mediante o diálogo; “esclarecer as coisas”.

7. Perdão: Essa atitude também se centraliza na comunicação, mas busca a compreensão para esclarecer satisfatoriamente as causas da controvérsia; a pessoa cerra as portas a ações hostis, vingança ou rancor.

8.Reconciliação: Superar a discórdia mediante o diálogo e com disposição perdoadora, assim como ocorre nas duas atitudes precedentes, mas com a intenção de reavivar os laços de afeição com o ofensor, a fim de restabelecer o bom relacionamento.

Quando analisamos estatisticamente centenas de estudos realizados através de testes para mensurar essas atitudes (Questionário de Atitudes em Situações de Ofensa, ASOQ [Moreno e Pereira, 2000]), com pessoas de diferentes faixas etárias, sexo, situação conjugal, crenças e origens, descobrimos que essas formas específicas de reação correspondiam a três modelos básicos.
http://www.apac.org.br/noticias/APaC/2006/artigos/reacao_ofensa.asp

criado por zeitoun    20:48 — Arquivado em: Sem categoria

Compartilhar e não Estocar

Compartilhar para crescer: a arte da colaboração como desafio para uma nova era
Estamos presenciando um fenômeno cada vez mais evidente. Com o crescimento da quantidade de informações, da complexidade dos sistemas e teorias, fica cada vez mais difícil um trabalho solo ter grande impacto na realidade. Mais e mais estamos percebendo que o único caminho que nos resta, é a colaboração.

A este planeta chegamos sem nada, e deste sem nada partiremos. Estocar conhecimento, e guardá-lo apenas para si, é inútil. A concentração de conhecimento nas mentes de poucos, só traz desvantagens para a comunidade em geral. Alguma pequena vantagem para estes poucos, mas que quando comparada a vantagem de um ambiente colaborativo, torna-se ridícula. Quanto mais o conhecimento é compartilhado, mais ele é discutido e debatido, mais é aprimorado e mais tempo é poupado. É um ciclo que se retro-alimenta.

Na verdade, se pararmos para pensar, mesmo as grandes descobertas da ciência, até hoje, foram baseadas na colaboração. Não com a mesma intensidade e força com que ela se apresenta neste exato momento, mas na forma de continuar e complementar pesquisas feitas por outros cientistas. A universidade se baseia neste modelo de pesquisas. Falta só um empurrãozinho para que este sistema seja melhorado. O aumento da colaboração acadêmica, só traria benefícios.

Você entende o que eu digo, acha muito bonita a teoria, mas simplesmente não compra a idéia ou tem medo de compartilhar conhecimento?

Então como provocação, proponho que responda a esta pergunta: se você teve capacidade de chegar a este nível intelectual, muitas vezes através de sacrifício e esforço extremo. Você acha que irá simplesmente estagnar neste estágio?

Fica como reflexão. Enquanto você ajuda pessoas que estão aprendendo sobre determinado assunto, outras te ajudam a aprender sobre outro assunto. A não ser que você queira ficar parado sem aprender nada, você não tem nada a perder compartilhando conhecimentos.
http://above.semjuizo.com/2006/12/04/compartilhar-para-crescer-a-arte-da-colaboracao-como-desafio-para-uma-nova-era/

criado por zeitoun    15:59 — Arquivado em: Sem categoria

Compartilhar….O valor da Reciprocidade

Compartilhar para crescer: o valor da reciprocidade - Julho 10th, 2007

Lendo o artigo Por uma blogosfera solidária de Ricardo Cabianca, me lembrei de outro artigo lido há tempo e resolvi fugir um pouco do assunto deste blog e dar meu palpite.

James Bender, em seu livro How to Talk Well (New York: McGraw-Hill Book Company, Inc., 1994), relata a história de um fazendeiro premiado pela qualidade de sua lavoura de milho. Todo ano seu milho recebia o primeiro prêmio na exposição de seu estado. Uma vez um jornalista o entrevistou e conheceu algo interessante sobre como ele cultivava seu milho.

O jornalista descobriu que o fazendeiro fornecia suas sementes para os fazendeiros vizinhos. “Como você se permite compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos, se eles competirão com você todos os anos?” o jornalista perguntou.

“Bem senhor”, respondeu o fazendeiro, “você não sabe? O vento pega o pólen do milharal e o espalha de lavoura para lavoura. Se meus vizinhos cultivarem milho inferior, a polinização cruzada vai certamente degradar a qualidade de meu milho. Se pretendo cultivar um milho de qualidade, eu tenho de ajudar meus vizinhos a cultivar um bom milho”.

Este fazendeiro está muito ciente das conexões da vida. Seu milho não pode melhorar a não ser que o milho de seus vizinhos também possa melhorar. A mesma coisa ocorre em outras situações e dimensões. Aqueles que escolhem viver em paz devem ajudar seus vizinhos a ter paz. Aqueles que querem viver felizes devem ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o bem estar de cada um está firmemente ligado ao bem estar de todos.

O mesmo se pode dizer de uma comunidade dedicada ao intercâmbio de conhecimento e que compartilha um mesmo recurso tecnológico como a blogosfera. À medida que cada um contribui com o melhor de sua experiência, cada membro tem a oportunidade de se aperfeiçoar e melhorar continuamente suas próprias contribuições à comunidade. À medida que cada um se fortalece, a comunidade se torna mais forte, mais dinâmica e prestigiada.

Não se trata de assumir uma posição ingênua e ignorar a competição que existe dentro de toda comunidade, mas do reconhecimento de que uma comunidade forte tem um valor maior para ser compartilhado. Ela oferece mais possibilidades, opções e criatividade para todos. Cada um colherá sua parte conforme seus talentos e capacidade, mas certamente colherá uma parcela maior com uma mentalidade de abundância do que com uma mentalidade de escassez.

criado por zeitoun    15:58 — Arquivado em: Sem categoria

Compartilhar Para Crescer

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Compartilho este site com vocês, em si tratando do mesmo assunto do meu Blog….
George Bernard Shaw, dramaturgo e crítico literário irlandês, disse certa vez: "Se você tem uma maça e eu tenho uma maçã e trocarmos estas maçãs, então eu e você teremos ainda apenas uma maça. Mas se eu tenho uma idéia e você tem uma idéia, e trocarmos nossas idéias, então cada um de nós terá duas idéias."

Infelizmente o pensamento de Bernard Shaw não anda muito em voga nos dias de hoje. Muitos pensam que o compartilhamento de idéias, conhecimentos, posses, nos torna mais pobres. Muito pelo contrário. Existem exemplos em abundância mostrando que o compartilhamento pode muitas vezes levar a uma maior riqueza.

http://www.cyberbazar.com.br/cgi-bin/aaf.pl

criado por zeitoun    15:49 — Arquivado em: Sem categoria

Planejamento Estratégico da ADRA

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA ADRA- MT / Várzea Grande - Gestão: Nilva Zeitoun

Implementa um programa de desenvolvimento caracterizado pela excelência nas áreas de :
• • Centros sociais - Cadec
• • Programa de alfabetização de Adultos
• • Cursos profissionalizantes
• • Distribuição de alimentos
• • Odonto-clínica
• • Escolas

Com ênfase no desenvolvimento de mulheres e crianças.

Estratégia:
Aproveitar a estrutura de Asa existente em cada igreja, transformando-as em postos de ADRA.

Plano de Ação:
1 - Criar comissão da Adra.
2 - Conscientizar todas as instâncias da necessidade de unificação de procedimentos - dorcas e ADRA
Obs - Envolver ambos os sexos neste novo modelo de desenvolvimento assistencial
Aproveitar os projetos de odonto-clínica. Integrar as estruturas locais
(* postos de ADRA)

Plano de ação :
1 - Garantir que a odonto-clínica só participe de programas bem estruturados e com continuidade nos postos de ADRA
2 - Planejar atendimentos visando a divulgação de um programa social desenvolvido pela igreja

Implantar o CADEC em igreja
1 - Estruturar o Cadec com : - Sala atendimento médico-Odontológico
- Sala de Reuniões (proj. Desenvolvimento)
- Depósito
- Instalações de apoio

2 - ADRA-  implementa um programa distinto de resposta rápida e eficiente em caso de desastre e calamidades.

1 - Criar um depósito para estoque de materiais e equipamentos de emergência.

Obs - Estabelecer no Cadec um depósito próprio , onde materiais e equipamentos de emergência estejam prontos para o uso. Também montar um programa de arrecadação na comunidade e cidades vizinhas para atender a estas necessidade.

2 - Criar e treinar equipe de resgate de acordo com o plano de contingência.
- Captar , treinar e identificar equipe de resgate.
3 - Estabelecer convênios com organizações afins (defesa civil, Tc)

1.1 - Incluir verba para ADRA no orçamento em todas as instâncias 

2 - Solicitar de órgãos públicos verbas em seu orçamento.
3 - Solicitar a empresas que defina e seu orçamento verbas sociais.

Obs. Recomendar que no mínimo 50% do excesso da recolta da igreja local seja aplicado em projetos de desenvolvimento.

Garantir que os projetos de Adra de cunho evangelístico recebam um percentual da verba de evangelismo do campo.

2. Estruturar o programa de recolta para atender projetos de desenvolvimento.
2 - Definir o percentual do orçamento com base nos planos de cada instância.
3 - Recomendar que no mínimo 50% do excesso da recolta da igreja local seja aplicado em projetos de desenvolvimento.

3 - Buscar patrocínios/financiamentos de empresas afim, governo e outras entidades.
2 - Realizar curso de captação de recursos oferecido pela ADRA internacional
3 - Criar grupo de preparação de projetos
4 - Criar grupo de apresentação dos projetos de ADRA junto as empresas, prefeituras, entidades, comunidade, empresários.

4 - ADRA-  apoia e utiliza voluntários locais como parte integrante de seu programa de ajuda e de desenvolvimento.

1 . 1 - Criar um programa de voluntários de ADRA
2 - Captar, classificar e orientar voluntários de acordo com os grupos
3 - Elaborar materiais de orientações.

2 . 1 - Estimular a ADRA a implementar programas de desenvolvimento.
2 - Criar condições para realização de cursos profissionais de geração de renda tais como : Corte de costura, artesanato, alimentação alternativa, pintura, padaria comunitária, bombeiro, eletricista, pintor, marcenaria, prendas do lar, etc.

6 - ADRA-Amsul possui seu escritório efetivo , segundo as instruções e praxes internacionalmente aceitas.

7 - ADRA- implementa um trabalho contínuo de capacitação para funcionários, voluntários e beneficiários.

1 - Estabelecer encontros de capacitação e motivação para líderes, funcionários e voluntários.
2 - Estruturar postos de ADRA para avaliar, capacitar e atualizar beneficiários.
3 - Criar formulários padrão de cadastramento de família, avaliação e controle de atividades.

8 - ADRA- e sua missão é entendida, apoiada pela igreja e sua liderança.

1 - Criar um espaça permanente nos encontros para disseminar a missão, crenças e objetivos da ADRA.
2 - Utilizar os meios de comunicação da igreja para promoção dos projetos, eventos e atividades.
3 - Criar um informe ou jornal para divulgar as atividades, eventos, projetos de ADRA na comunidade e igreja.
4 - Recomendamos que todos os eventos sejam registrados em foto,vídeo, para eventual divulgação.

Obs. Promover visitar a projetos exitosos com vistas a troca de experiências.

criado por zeitoun    15:26 — Arquivado em: Sem categoria

Mudou tudo menos o modelo mental

OSCAR MOTOMURA - O que não mudou foi o modelo mental. Evoluímos nas ferramentas, nos métodos, nas técnicas gerenciais - hoje mais refinadas, elegantes - mas, em essência, as pessoas ainda são consideradas como recursos. "Abrir espaço" significa também que, em algum ponto da História, o humano perdeu espaço ou teve seus espaços fechados… Compreender isso é fundamental a este debate.

ABRH - Qual seria a verdadeira mudança do modelo mental?
OM - Seria ver a organização como pessoas que servem pessoas. É o verdadeiro conceito de servir aos seus semelhantes. Em princípio, toda organização nasce para servir às necessidades humanas. Se ela não fizer isso, não sobrevive, pois no fundo ela é desnecessária.

ABRH - Nesse sentido, estamos precisando de evolução ou de mudanças radicais?
OM - Evoluir é sempre algo inerente à sociedade e às organizações. O problema está na "pseudo-evolução". Achamos que estamos evoluindo mas, na verdade, estamos indo para a direção errada e acabamos chegando a uma situação em que o humano perde o seu lugar. De essência, o humano vira algo periférico. Tentar melhorar a situação ficando nesse periférico não leva a muita coisa, mas é a armadilha em que muitas organizações estão presas hoje: têm uma estratégia equivocada, um modelo de negócio superado, uma estrutura obsoleta. E têm programas de melhoria contínua, tentando melhorar o que já está superado. Um verdadeiro paradoxo… O que essas organizações precisam é de transformações radicais. Radicais porque precisam renascer pela raiz: criar uma nova estratégia, reinventar seu modelo de negócio, conceber estruturas inéditas… É o que precisamos urgentemente na área humana. Uma mudança pela raiz.

ABRH - Para gerar resultados, a conectividade precisa de certas qualidades que mudem o conceito mecanicista da palavra resultado?
OM - Quando o humano volta ao centro de tudo, todo tipo de conexão, toda forma de relacionamento muda automaticamente. De algo meramente utilitarista, a conectividade tem agora um propósito nobre: servir às pessoas com genuíno interesse de ajudar, de fazer com que a vida das pessoas melhore, de fazer o bem. Nessa visão, o próprio conceito de resultado muda. Resultado nesse novo patamar de consciência gira em torno de questões mais sutis. Estamos fazendo real diferença? Estamos ajudando ou prejudicando quando, por exemplo, se criam necessidades artificiais na mente das pessoas para "empurrar" produtos? Que legado estamos deixando para a sociedade e futuras gerações? Estamos ajudando a construir ou estamos poluindo, desmatando, prejudicando a saúde das pessoas, deseducando etc.? Na medida em que tivermos coragem de nos fazer questões como essas, evoluiremos naturalmente na direção de outros significados da expressão "resultados".

ABRH - A conectividade deve ocupar os espaços vazios ainda não explorados ou mesmo não identificados nas organizações. Que tipo de configuração uma organização teria se reduzíssemos os "gaps" existentes entre pessoas, processos e sistemas?
OM - Há muitos espaços vazios nas organizações. Desde aqueles gerados pelas megamudanças no contexto externo a "buracos negros" representados por problemas que não estão na seara de ninguém. Há ainda as oportunidades não aproveitadas porque a área X não fala com a área Y. Há também os espaços não ocupados por ignorância: área A não pede ajuda à área B porque não sabe que esta tem condições de ajudar. Vendas, Produção, Marketing, Finanças, Pesquisa não pedem ajuda ao RH porque não sabem que lá estão as pessoas que mais entendem de gente de toda a organização.

ABRH - E quanto aos espaços vazios em RH?
OM - É quando RH paradoxalmente não tem ainda em seus quadros as pessoas que mais entendem de gente… Têm grande preparo técnico, mas sequer se vêem como as pessoas que deveriam entender o humano com mais profundidade.

ABRH - Que tipo de estrutura organizacional consegue resultados sem gaps, sem esses "vazios"?
OM - Certamente não é a estrutura mecânica tradicional, com hierarquias baseadas em comando e controle. O tipo ideal de resultado - sem gaps - só será obtido por estruturas onde as pessoas têm grande liberdade de criar e vão entrando onde é necessário, mesmo gerando algum tipo de superposição. Muita liberdade, mas também muita ordem no que é nuclear, o que é essencial, ordem essa gerada por princípios internalizados e praticados rigorosamente por todos. É o tipo de estrutura "biológica" muito diferente das velhas receitas mecanicistas que todos nós conhecemos. Convido os interessados a entrar mais fundo neste debate, a acessarem o site www.oscarmotomura.com.br  e lerem o artigo "Caórdico: Presente e Futuro".

criado por zeitoun    15:20 — Arquivado em: Sem categoria

Entrevista com um ladrão de carro

PRINCIPAIS TRECHOS DA ENTREVISTA DE UM LADRÃO DE CARROS

"Prefiro furtar de manhã. É quando todo mundo está com menos cuidado com as coisas"

"Travas segredos e alarmes são ridículos. Antigamente alugava um carro para estudar como funcionava. Hoje nem faço isso".

"Nunca desmontei carro. Odeio sujar a mão. Sempre trabalhei sozinho, por encomenda. Já entrei em Concessionária, de terno, para ver o endereço e para onde iria o carro, ficava de campana (vigiando) e roubava. Já roubei muito carro que o pessoal da Concessionária me entregou".

"Para quem tem o carro furtado o ideal é procurar num raio de três quilômetros da vizinhança, pelas ruas menores, menos movimentadas".

"Este negócio de Paraguai é lenda. Ninguém vai levar carro roubado para lá. No Paraguai, o máximo que acontece é gente que entrega a uma pessoa, ela leva o carro até lá, vende no mercado negro e manda chave e documento de volta para ele dar a queixa de roubo. E são poucos. O mais comum é o carro ir para o interior, onde não há fiscalização. Boa parte dos carros é cortada por ferros velhos. Aqui no Rio são todos na Dutra. Mas hoje em dia 50% das comunicações são falsas. Quase tudo é golpe na seguradora".

"Eu tinha encomenda para o resto da vida. Mas se disser quem é me complico. É melhor ser um preso vivo, que um morto em liberdade".

"Esses roubos armados estão sendo feitos por pessoas que estavam no tráfico de drogas ou em quadrilhas que, por algum motivo, foram para o roubo de carro. Acho que foi porque a Polícia está dando em cima nestes crimes, porque não está fácil passar carro roubado. O mercado está concorrido".

"Já tive carro roubado. Nem procurei. Roubei outro e fiz um duble na hora".

"Se a pessoa não quiser ter o carro furtado, não deixe nada dentro visível. Na minha mente doente, sempre acho que tem dinheiro, ouro, jóia, ali. Não equipe muito o carro, porque assim se ganha mais dinheiro. Além de vender o carro, ainda vendo os acessórios. Não coloque em rua calma demais".

"Numa Blazer do ano, paga-se R$ 10.000,00, se você vender no interior. Se você passar para um atravessador, fica com uns R$4.000,00 ou R$ 5.000,00. Quando não dá para passar, algumas pessoas fazem o golpe com a Recuperadora. O ladrão fica com 3,5%, o recuperador com 3,5%, a Empresa com 3%, dos 10%, que a Seguradora paga".

"Meu crime é igual a roubar uma carteira de uma bolsa. Vou ficar preso por um tempo, uns dois anos, mas vou sair. Infelizmente a justiça é assim".

"No Rio só existe uns dez profissionais no furto. São pessoas comuns, que vivem disso. Hoje sou mais uma lenda, mas já furtei seis carros por dia"

"O furto é cara de pau. A pessoa não pode vacilar. Levo dez segundos para entrar no carro e ninguém percebe. Tenho dom".

"Se um fabricante quiser, coloca um carro aqui no pátio (da Delegacia) e, se eu não abrir, faço propaganda da Empresa dele, dizendo que a trava de segurança funciona. As montadoras fazem códigos para vender carros mais caros, mas os delas são os mais fáceis de furtar. A melhor coisa a fazer é ter Seguro".

"Não existe carro que eu não roube. Motor não tem vontade própria e não ama o dono. Se você der energia e combustível, ele vai andar".

Maurício Guimarães Soares, titular da Delegacia Anti-Seqüestros, citou algumas medidas que devem se incorporadas no dia-a-dia:

* Não anotar telefone residencial no verso de cheques, especialmente em postos de gasolina. No caso de assalto ao posto, as informações pessoais podem ser usadas para ameaças, especialmente contra mulheres. Anote sempre o telefone comercial.

* Não exibir currículo no carro, como: adesivo de faculdade, do condomínio onde reside (adesivos como: Eu amo Ubatuba), da academia de ginástica, etc. Um extorsionário deduz desses sinais a vida de pessoa e os usa para fazer ameaças.

* Evitar compras por telefone ou Internet fornecendo o número do cartão de crédito, peça boleto bancário.

* O ladrão prefere pessoas desatentas, aproveita-se do elemento surpresa.

* O objetivo do ladrão é patrimonial e não pessoal, escolhe as vitimas pelo fator comportamental.

* Jamais reagir, só em filmes dá certo. O elemento surpresa é favorável ao bandido, que nunca está sozinho e não tem nada a perder.

* Manter distância segura do carro da frente, para poder sair numa só manobra, sem bater. Distância segura é poder enxergar pelo menos parte do pneu do carro da frente.

* O risco de morrer em roubo de farol é absurdamente maior do que num seqüestro. Nessa situação mantenha as mãos no volante e tente comunicar-se, indicando claramente o que vai fazer:
Se for tirar o cinto - Vou tirar o cinto com esta mão, posso?
Se pedir a carteira - A carteira está no bolso de trás (ou dentro da bolsa), posso pegar?

* À noite, calcule tempo e velocidade para evitar parar num farol vermelho. Não há registro de assalto com carro em movimento.

DIVULGUEM, ISTO É MUITO IMPORTANTE!

criado por zeitoun    15:13 — Arquivado em: Sem categoria

Teste seu Nível de Hostilidade

Cinismo
• Ao encontrar-se na fila rápida do supermercado (caixa para poucos itens), você com freqüência conta os itens que outros clientes estão comprando, para ver se não ultrapassam o número permitido para a fila expressa?
• Quando o elevador não vem tão rápido quanto lhe parece que deveria vir, os seus pensamentos com freqüência se fixam no comportamento inadequado das pessoas que possivelmente o estejam retendo em outro andar?
• Você confere com freqüência aquilo que membros da família ou companheiros de trabalho fazem, para certificar-se de que não cometeram erro em alguma tarefa?
Ira
• Quando você fica retido(a) numa fila de trânsito lenta, ou na fila do banco ou supermercado, com freqüência você sente o coração pulsar mais rápido ou sua respiração acelerar-se?
• Quando algumas pequenas coisas saem errado, você muitas vezes sente o desejo de satirizar o mundo ou agredi-lo?
• Quando alguém critica você, sua reação é de facilmente aborrecer-se?
Agressão
• Se o elevador se demora muito um piso acima daquele em que você se encontra, você tem o ímpeto de bater na porta do mesmo para ver se ele se apressa?
• Se alguém maltrata você, é-lhe peculiar ficar esperando uma oportunidade para desforrar-se de tal pessoa, para deixar tudo outra vez "empatado"?
• Você freqüentemente flagra a si mesmo(a) resmungando diante do televisor durante o noticiário?
(*) – Adaptado de Redford B. Williams.
Passos Para Reduzir a Hostilidade
Este não é um curso completo para identificar e reduzir o seu nível de hostilidade, com vistas sobretudo a poupar seu coração. Entretanto, se no teste anterior seu escore correspondeu às características de uma pessoa bastante hostil, certamente os passos seguintes lhe serão de grande utilidade. Melhorarão seu relacionamento com as pessoas, farão com que você se sinta espiritualmente melhor sintonizado(a), e provavelmente reduzirão seus riscos de doença cardiovascular. Analise com atenção cada ítem; anote-o, se bem lhe parecer fazê-lo.
• Admita a um(a) amigo(a) que seu nível de hostilidade é muito elevado e que você está procurando reduzi-lo.
• Quando pensamentos cínicos lhe assaltarem a mente, diga com firmeza: "Basta!" (Faça-o em silêncio se estiver em público!)
• Tente falar consigo mesmo(a) quanto à irracionalidade de permitir manifestações de ira. Arrazoe consigo mesmo(a).
• Distraia-se quando a irritação crescer. Por exemplo, apanhe uma revista ou jornal se estiver numa situação em que precisa esperar.
• Obrigue-se a manter-se quieto(a) e em verdadeira condição de escuta quando outras pessoas estiverem falando. Não basta fingir que está ouvindo – verdadeiramente ouça! Ouvir genuinamente, com o coração e não apenas com os ouvidos, é algo extremamente difícil. Estamos sempre muito prontos a falar, mas pouquíssimo dispostos a ouvir.
• Aprenda a meditar sobre as preciosas promessas e outras verdades da Palavra de Deus, e traga à sua mente algumas destas – as suas preferidas - sempre que lhe ocorrerem pensamentos cínicos ou de ira. Por exemplo: Mateus 5:5; Mateus 11:28-30; Filipenses 2:5-8.
• Procure desenvolver permanente empatia diante da condição de outras pessoas. Provérbios 19:22 – "O que torna agradável o homem é a sua misericórdia."
• Desenvolva passos para vincular-se mais intensamente às pessoas, contrabalançando assim a tendência das pessoas hostis, de se isolarem socialmente.
• Cultive amizades no trabalho e na igreja.
• Ofereça serviços voluntários aos necessitados. Participar das necessidades alheias tende a abrandar nosso coração.
• Aprenda a zombar, em altas gargalhadas, de suas tendências hostis. Faça-o, porém, quando ninguém estiver por perto!
• Pratique exercício físico regular.
• Um animalzinho de estimação pode ser muito útil. Ao contrário de tantas pessoas, estes bichinhos oferecem muito mais do que recebem, especialmente os cães. Quando alguém estiver verdadeiramente maltratando você, aprenda a reagir de modo assertivo em vez de retribuir "açoite".
Provérbios 20:22 – "Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor, e Ele te livrará."
Provérbios 24:29 – "Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele. " Qual exemplo poderia ser melhor que o de Cristo?
• Perdoe quando lhe ofenderem. Lucas 23:34.
• Aprenda mais acerca daquilo que constitui o cerne de muitas religiões, especialmente do cristianismo (a nossa regra áurea): trate os outros assim como gostaria que estes o(a) tratassem. Mateus 7:12.
• Sempre considere o dia de hoje como sendo o último de sua vida. Suas tendências hostis ganharão outra perspectiva. A insignificância das pequenas questões da Terra e o infinito valor e significado da eternidade se tornarão muito mais definidos em sua mente.
Permita que Deus proteja seu coração físico ao ensinar-lhe como livrar-se das emoções negativas, sobretudo a hostilidade. Ele fará mais que isto: dará a você um novo coração espiritual, que deverá permitir-lhe o ingresso na eternidade, junto à presença pessoal do Senhor.
Dr. Hélio Luiz Grellmann

criado por zeitoun    15:12 — Arquivado em: Sem categoria

Hostilidade e Cérebro

Hostilidade e o Cérebro

Apenas à guisa de informação, e por ser este provavelmente um aspecto biológico de grande importância, vinculado a aspectos psicológicos, devemos dizer que hoje se fala bastante numa provável "síndrome da hostilidade", decorrente de um único fator biológico: quantidades insuficientes do neurotransmissor serotonina no cérebro. Esta síndrome caracteriza-se por fatores que já estivemos analisando: 1) acentuada irritabilidade e fácil manifestação de ira; 2) acentuada resposta do sistema nervoso simpático e baixa resposta do sistema parassimpático; e 3) aumentada propensão a comer, beber e fumar. Todos estes elementos, em diversas linhas de pesquisa, têm-se revelado potenciais conseqüências de baixos níveis de serotonina no cérebro.
Medidas de Proteção
Porventura, existem medidas capazes de proteger a pessoa dos efeitos da hostilidade e de outros fatores estressantes, de modo a reduzir os riscos de doença cardíaca vinculada a tais fatores? Certamente, sim.
Em primeiro lugar, certifique-se de estar buscando adequada e regular assistência médica. Esta deve incluir periódicas medidas de pressão arterial e dos níveis de colesterol, além do controle de outros fatores de risco. Se você apresenta sinais de advertência para futura doença cardíaca, submeta-se à orientação de seu médico no sentido de reduzir tais fatores de risco. Se você já apresenta doença cardíaca, com maior razão deve seguir as recomendações e intervenções capazes de aumentar a qualidade e o tempo de vida.
Além das medidas clínicas de caráter geral, contudo, existem fortes razões para crermos que, ao você reduzir seu nível de hostilidade e controlar os demais fatores de estresse, estará contribuindo para diminuir ou evitar a doença cardiovascular. Certamente viverá mais feliz e em melhor harmonia com o plano original de Deus para as Suas criaturas, o que significará mais adequadas condições de vida espiritual e maior proximidade com o plano divino de reintegração da humanidade a um universo inteiramente restaurado. Mais que isto, você estará contribuindo ativamente para que outros encontrem o mesmo caminho.
Infelizmente, constatar se o seu nível de hostilidade é muito elevado, não é algo tão fácil quanto medir sua pressão arterial ou seus níveis de colesterol. Entretanto, ser-lhe-á possível obter uma boa idéia de seu escore de hostilidade, respondendo ao breve questionário que apresentamos a seguir. Ele focaliza os três aspectos da hostilidade que aparentemente são os mais danosos à saúde: desconfiança cínica, ira freqüente e franco comportamento agressivo. Se você responder "sim" a pelo menos uma questão em cada uma das três áreas, ou a quatro ou mais questões do questionário geral, provavelmente seu nível de hostilidade é elevado. Em poucos minutos se obterão as respostas. Não se trata de um questionário cientificamente validado, mas ele proverá uma boa idéia daquilo que ocorre nas três áreas mais importantes de hostilidade, em sua própria pessoa. O conhecimento de nós mesmos é de vital importância para buscarmos a solução daquilo que precisa ser modificado – sempre mediante a graça de Deus!

criado por zeitoun    15:10 — Arquivado em: Sem categoria

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